Cagece desenvolve plano de gestão de secas e coloca o CE na vanguarda nacional

Foto: Reprodução- Cagece A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) está desenvolvendo o Plano de Gestão Proativa de Secas, iniciativa inédita no Brasil voltada à antecipação e mitigação dos impactos da escassez hídrica nos sistemas de abastecimento de água. O plano surge a partir das experiências acumuladas durante o ciclo de secas que atingiu o Ceará entre 2011 e 2018. O objetivo é substituir a atuação reativa por ações operacionais e institucionais previamente definidas, acionadas conforme marcos relacionados à condição de seca dos mananciais e do sistema de abastecimento. A proposta busca ampliar a segurança hídrica e reduzir impactos econômicos, sociais e ambientais associados às estiagens. O plano está sendo desenvolvido em articulação com a Universidade Federal do Ceará, no âmbito do Programa Cientista Chefe de Recursos Hídricos, e integra um conjunto de políticas estaduais voltadas à gestão proativa de secas. A metodologia adota uma abordagem de gestão de risco com resposta escalonada, baseada em indicadores hidrológicos e climáticos. As ações são vinculadas a quatro níveis de alerta: Normal, Alerta, Seca e Seca Extrema. Cada nível estabelece medidas específicas, como antecipação de licitações, avaliação de instrumentos regulatórios e articulações institucionais, permitindo decisões mais rápidas e previsíveis conforme a evolução da situação hídrica. A implementação ocorre inicialmente por meio de um projeto piloto em oito municípios. O sistema de Crateús já teve o plano concluído, enquanto outros municípios, como Senador Pompeu, estão em fase de desenvolvimento. Após a validação da metodologia, a Cagece prevê a expansão do plano para todos os municípios sob sua concessão. Originalmente em: https://portalceara.jor.br/cagece-desenvolve-plano-de-gestao-de-secas-e-coloca-o-ce-na-vanguarda-nacional/
Projeto da UFC pretende garantir abastecimento de água potável para escolas do Ceará

A Universidade Federal do Ceará (UFC), por meio do Centro Estratégico de Excelência em Políticas de Águas e Secas (Cepas), em parceria com o Centro de Treinamento e Desenvolvimento (Cetrede), apresentou, nesta quinta-feira (4), no Gabinete da Reitoria, o embrião do programa Mais Água Boa na Escola. A iniciativa, que surgiu a partir de diagnóstico do deputado estadual Renato Roseno sobre a problemática da falta de água potável em diversas escolas cearenses, pretende garantir segurança hídrica para as crianças e os adolescentes que frequentam esses espaços. O projeto-piloto apresentado pelo presidente do Cetrede, Dimas de Oliveira Costa, e pelo coordenador do Cepas, Francisco de Assis de Souza Filho, que participou por chamada telefônica, pretende trabalhar em quatro frentes: segurança hídrica no manancial (mapeamento do tipo de abastecimento de cada escola, identificando vulnerabilidades estruturais), perfuratriz escola (capacitação de operadores locais e produção de poços profundos), uso de filtros coletivos como último barreira de proteção e capacitação dos cuidadores da água (desenvolvimento de práticas de educação, gestão e cultura hídrica com estudantes). “A nossa ideia foi planejar uma solução integrada que pensasse a questão do abastecimento de água nas escolas de ponta a ponta”, disse Assis Filho, ressaltando a importância do projeto estudar soluções relacionadas à chegada da água, ao processo de torná-la potável e à educação hídrica nas instituições. O reitor Custódio Almeida lembrou que as escolas têm realidades diferentes em relação ao abastecimento e à disponibilidade de água própria para o consumo. “Tem escolas que a água nem chega, precisa de poço ou de carro-pipa. A ideia, com o projeto, é a gente oferecer propostas para as diferentes situações”, afirmou. Conforme levantamento feito por Renato Roseno, com base no Censo Escolar, 1327 escolas do Ceará (municipais, estaduais, federais e privadas) não são abastecidas pela rede pública de água, enquanto 84 não fornecem água potável. “Eu tenho me dedicado há muitos anos ao tema ‘água nas escolas’. É um tema muito invisibilizado”, frisou. Nesse processo, o deputado estadual explicou que já levou a problemática para o Governo do Estado, o Ministério Público Estadual (MPCE) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE), mas o problema ainda não foi resolvido. Com o projeto da UFC, a intenção é que soluções sejam encaminhadas. Renato Roseno destacou ainda a aprovação recente da Lei Federal 15.276/2025, que garante o acesso de água potável nas instituições de ensino. A procuradora de Justiça, Elizabeth Almeida, ressaltou que a comunidade jurídica do Brasil tem focado nesse tema por se tratar de uma pauta de direitos humanos. “Agora a gente também tem uma legislação. Nem precisava ter uma lei para cobrar o óbvio, mas que bom que agora temos”, disse. Na reunião, ela apresentou o projeto Sede de Aprender, do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que acompanha o fornecimento de água potável, de saneamento básico e de banheiros nas escolas do Brasil. Durante a reunião, também foram discutidas possibilidades de garantir recursos para desenvolver o projeto, que poderia funcionar como um piloto para outros estados, já que a problemática da água potável nas escolas é uma questão nacional. A intenção, conforme Renato Roseno, é que as soluções que funcionarem no Ceará sejam inseridas no Plano Nacional de Saneamento Básico. Também foi solicitado ao Cepas a possibilidade de desenvolver um eixo no projeto que possa avaliar a qualidade da água que chega às escolas, já que existe a chance de contaminação dos lençóis freáticos por agrotóxicos. Também participaram do encontro o assessor executivo de Fiscalização do Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE), Luis Cássio de Melo Castro; o diretor de Fiscalização de Obras do TCE, Antonio Alves Ferreira Junior; a nutricionista do programa Ceará Sem Fome do Gabinete da Primeira Dama, Isadora Meneses; e a assessora do deputado Renato Roseno, Jéssica Rebouças. Da UFC, estiveram presentes o chefe de gabinete da Reitoria, Carlos Almir, e o coordenador de Articulação Política Institucional do Gabinete da Reitoria, Daniel Fonseca. Originalmente em: https://www.ufc.br/noticias/noticias-da-reitoria/19922-ufc-apresenta-programa-que-pretende-garantir-abastecimento-de-agua-potavel-para-escolas-do-estado
Cogerh e Comitê dos Sertões de Crateús participam de Workshop do Plano de Secas em Cidades, em Crateús

Na segunda-feira (11), o Comitê da Bacia dos Sertões de Crateús e a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) participaram de um Workshop do Plano de Gestão Proativo de Secas em Cidades, na sede da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece), em Crateús. A iniciativa, realizada pela Cagece em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), tem como objetivo fortalecer a resiliência dos municípios diante da variabilidade climática e dos períodos de estiagem no semiárido. Foram apresentados os objetivos, metodologias e benefícios do plano, além de trocas de experiências e escuta das contribuições do Comitê, da Cogerh e demais parceiros, visando à construção de estratégias conjuntas para sua implementação local. Durante a oficina, os participantes foram organizados em grupos para rememorar experiências enfrentadas durante a última seca (2012-2018) e sugerir estratégias de enfrentamento mais estruturadas e conjuntas. Cada sugestão foi vinculada à fase da seca em que deveria ser implementada e ao órgão ou entidade responsável por sua execução. A atuação conjunta e o compartilhamento de experiências evidenciaram a relevância de medidas integradas para potencializar a eficácia e a prontidão de resposta da região frente aos períodos de falta de água. O Comitê da dos Sertões de Crateús esteve representado por sua presidente, Daniela Cavalcante. Pela Cogerh, participaram Rodrigues Júnior, gerente regional da Cogerh/Crateús; Edna Nascimento, coordenadora do Núcleo de Gestão Participativa da Cogerh/Crateús; e Helder Lucena, coordenador do Núcleo de Operação. Também estiveram presentes representantes da Cagece de Crateús e Fortaleza, do SISAR, da Secretaria Municipal de Recursos Hídricos e Defesa Civil, da Secretaria Municipal de Infraestrutura, da Secretaria Municipal de Saúde, da Secretaria Municipal de Educação e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Crateús. Originalmente em: https://www.cogerh.com.br/cogerh-e-comite-dos-sertoes-de-crateus-participam-de-workshop-do-plano-de-secas-em-cidades-em-crateus/
Comitê do Alto Jaguaribe aprova Plano de Secas para Açude Benguê, em Aiuaba

A Comissão Gestora do Açude Benguê e os membros do Comitê da Sub-bacia do Alto Jaguaribe, se reuniram, na sexta-feira (15), junto à Cogerh, para a validação do Plano Proativo de Gestão de Secas do Hidrossistema Benguê. Na ocasião, Alan Michel, professor da Universidade Federal do Ceará de Crateús, abordou as fases de construção do documento, que busca criar, a curto prazo, instrumentos para diminuir os impactos da seca, considerando demandas e ofertas existentes em cada contexto regional. O reservatório, localizado no município de Aiuaba, é usado para abastecimento humano e pereniza um trecho de 17 km do riacho Umbuzeiro até a comunidade São Nicolau. Foram discutidos os níveis de racionamento com base nos diferentes usos da água, como abastecimento humano, usos múltiplos e usos difusos. O plano estabelece a divisão entre usos prioritários e não prioritários, com vistas à adoção de medidas mais eficientes durante períodos críticos. Durante reuniões com os usuários do açude, quatro cenários de situação foram definidos para liberação de água: normal, alerta, seca e seca severa. O Plano de Secas é um programa desenvolvido e coordenado pelo Programa Cientista Chefe de Recursos Hídricos, via Universidade Federal do Ceará (UFC), em parceria com a Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh), e tem apoio institucional da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap). Até o momento, o Ceará tem 11 planos concluídos (Patu, Fogareiro-Quixeramobim, Carnaubal, Jaburu I, Missi, Tejuçuoca, Trussu, Angicos, Ubaldinho, Arneiroz II e Riacho do Sangue) e oito em desenvolvimento (Mundaú, Cachoeira, Pedras Brancas, Santo Antônio de Russas, Castro, Pesqueiro e região do Acaraú). Originalmente em: https://www.cogerh.com.br/comite-do-alto-jaguaribe-aprova-plano-de-secas-para-acude-bengue-em-aiuaba/
Comitê do Salgado e Comissão Gestora do Açude Rosário participam da 1ª Oficina do Plano de Secas do reservatório

Na quinta-feira (21), a Comissão Gestora do Açude Rosário e o Comitê da Sub-bacia Hidrográfica do Salgado participaram da 1ª Oficina do Plano de Gestão Proativa de Secas do hidrossistema do Rosário. O encontro foi realizado na sede do COBEC, no município de Lavras da Mangabeira. A oficina foi conduzida pela professora Celme Torres, da Universidade Federal do Cariri (UFCA), que apresentou aos participantes como será conduzida a construção do plano. Os participantes realizaram a dinâmica “Teia do Conhecimento”, que consistiu em uma rodada de apresentações individuais, na qual cada um compartilhou sua atuação na comunidade atendida pelo açude. Em seguida, foi realizada uma rodada de perguntas e respostas entre os participantes, abordando diversos temas relevantes para a elaboração do plano, desde a percepção da seca por parte dos usuários até formas de prevenção e enfrentamento dos períodos de estiagem. Para encerrar a oficina, os participantes foram divididos em grupos e responderam a questionários com informações e dúvidas relacionadas aos agricultores e à construção do Plano de Seca. O próximo encontro será no dia 18 de setembro, também em Lavras da Mangabeira. Sobre o plano O Plano de Seca é coordenado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), através do Projeto Cientista Chefe, em parceria com a Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (COGERH). O projeto está institucionalmente vinculado à Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNCAP), por meio do projeto Desenvolvimento de Ferramentas Tecnológicas de Gestão para o Planejamento dos Recursos Hídricos do Estado do Ceará: Segurança Hídrica e Planejamento de Secas. Ele visa desenvolver ações para gestão de recursos hídricos em situação de escassez, aperfeiçoando o planejamento nas regiões. Por meio de estratégias operacionais, o plano conta com três esferas integradas: Alocação de Água, Plano de Segurança Hídrica e Plano de Gestão de Secas. Juntamente com os Comitês de Bacia e as Comissões Gestoras, o documento estratégico, de curto prazo, visa definir ações capazes de diminuir o impacto das secas hídricas, acordando com os processos estabelecidos na alocação negociada de água já existentes. De forma proativa, o Plano tem três pilares fundamentais que contempla diferentes escalas e finalidades: o monitoramento preventivo e o alerta precoce, a avaliação da vulnerabilidade, do impacto e a mitigação, o planejamento e as medidas de respostas. Originalmente em: https://www.cogerh.com.br/comite-do-salgado-e-comissao-gestora-do-acude-rosario-participam-da-1a-oficina-do-plano-de-secas-do-reservatorio/
Comissão Gestora do Açude Joaquim Távora inicia construção do Plano de Secas do reservatório

Nesta quinta-feira (11), a Comissão Gestora do Açude Joaquim Távora deu início ao processo de construção do Plano de Gestão Proativa de Secas do sistema hídrico. O encontro foi realizado no distrito de Feiticeiro, município de Jaguaribe. Durante a oficina, os participantes levaram suas percepções e vivências relacionadas aos períodos de escassez hídrica, com foco nas primeiras evidências do surgimento da seca e nos impactos causados no contexto local. A atividade foi conduzida pelos professores Paulo Lima e Alberto Teixeira, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), com o apoio da equipe técnica da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh). A 1ª parte do encontro foi uma roda de conversa, onde os membros da comissão falaram sobre como lidam com os períodos de seca, que estratégias usam para economizar água e como as comunidades podem se organizar melhor. Também foi discutido o papel do governo e de políticas públicas para ajudar nesses momentos difíceis. O objetivo do diálogo foi não apenas identificar os desafios enfrentados, mas também refletir sobre soluções práticas e colaborativas para o enfrentamento das secas no futuro. Na 2ª etapa, os participantes responderam a um questionário elaborado para aprofundar as discussões levantadas durante a oficina. As respostas servirão como base para a construção participativa do Plano de Secas, que busca aprimorar a gestão e as respostas às situações de estiagem, respeitando as especificidades regionais e as realidades locais. O encontro contou com a participação de 20 participantes, sendo oito membros da Comissão Gestora do açude Joaquim Távora. Sobre o Plano O Plano de Secas é um programa desenvolvido e coordenado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), em parceria com a Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh), e tem apoio institucional da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap), por meio do projeto “Desenvolvimento de Ferramentas Tecnológicas de Gestão para o Planejamento dos Recursos Hídricos do Estado do Ceará: Segurança Hídrica e Planejamento de Secas“. Próximos Passos Em outubro, mais dois encontros devem fechar a construção do Plano de secas do respectivo hidrossistema: Originalmente em: https://www.cogerh.com.br/comissao-gestora-do-acude-joaquim-tavora-inicia-construcao-do-plano-de-secas-do-reservatorio/
Comissão Gestora do Açude Aracoiaba inicia discussões para a elaboração do Plano de Secas da região

Nesta quinta-feira (18), a Comissão Gestora do Açude Aracoiaba iniciou os trabalhos de elaboração do Plano de Gestão Proativa de Secas da região, no Distrito de Vazantes. O momento foi conduzido pelo professor Marcelo Cavalcanti, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), com apoio da equipe técnica da Cogerh. Durante o encontro, os participantes relataram suas experiências e percepções sobre momentos de escassez hídrica, evidenciando os primeiros sinais do início da seca e os efeitos provocados em suas comunidades. O diálogo analisou os desafios enfrentados e as soluções práticas e colaborativas para o enfrentamento da seca no futuro. Na oficina, foi entregue um questionário elaborado a partir dos temas abordados, possibilitando que cada participante registrasse suas contribuições de maneira individual. As respostas obtidas serão analisadas e integradas ao processo de elaboração colaborativa do plano, que visa aperfeiçoar as estratégias de gestão e enfrentamento das secas, considerando as especificidades de cada região e a realidade vivenciada pelas comunidades afetadas. Sobre o Plano O Plano de Secas é coordenado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), através do Programa Cientista Chefe, em parceria com a Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh). O projeto está institucionalmente vinculado à Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNCAP), por meio do projeto Desenvolvimento de Ferramentas Tecnológicas de Gestão para o Planejamento dos Recursos Hídricos do Estado do Ceará: Segurança Hídrica e Planejamento de Secas. Ele visa desenvolver ações para gestão de recursos hídricos em situação de escassez, aperfeiçoando o planejamento nas regiões. Por meio de estratégias operacionais, o plano conta com três esferas integradas: Alocação de Água, Plano de Segurança Hídrica e Plano de Gestão de Secas. Juntamente com os Comitês de Bacia e as Comissões Gestoras, o documento estratégico, de curto prazo, visa definir ações capazes de diminuir o impacto das secas hídricas, acordando com os processos estabelecidos na alocação negociada de água já existentes. De forma proativa, o Plano tem três pilares fundamentais que contemplam diferentes escalas e finalidades: o monitoramento preventivo e o alerta precoce, a avaliação da vulnerabilidade, do impacto e a mitigação, o planejamento e as medidas de respostas. Originalmente em: https://www.cogerh.com.br/comissao-gestora-do-acude-aracoiaba-inicia-discussoes-para-elaboracao-do-plano-de-secas-da-regiao/
Comissão Gestora do Açude Batente inicia discussões para a elaboração do Plano de Secas do hidrossistema

Nesta quarta-feira (24), a Comissão Gestora do Açude Batente iniciou os trabalhos de elaboração do Plano de Gestão Proativa de Secas do hidrossistema, na Câmara Municipal de Ocara. O momento foi conduzido pelo professor Lailson Ferreira e Luiz Martins, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), com apoio da equipe técnica da Cogerh. Durante o encontro, os participantes relataram suas experiências e percepções sobre momentos de escassez hídrica, evidenciando os primeiros sinais do início da seca e os efeitos provocados em suas comunidades. O diálogo analisou os desafios enfrentados e as soluções práticas e colaborativas para o enfrentamento da seca no futuro. Na oficina, foi entregue um questionário elaborado a partir dos temas abordados, possibilitando que cada participante registrasse suas contribuições de maneira individual. As respostas obtidas serão analisadas e integradas ao processo de elaboração colaborativa do plano, que visa aperfeiçoar as estratégias de gestão e enfrentamento das secas, considerando as especificidades de cada região e a realidade vivenciada pelas comunidades afetadas. A próxima oficina será no dia 21 de outubro. Sobre o Plano O Plano de Secas é coordenado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), através do Programa Cientista Chefe, em parceria com a Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh). O projeto está institucionalmente vinculado à Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNCAP), por meio do projeto Desenvolvimento de Ferramentas Tecnológicas de Gestão para o Planejamento dos Recursos Hídricos do Estado do Ceará: Segurança Hídrica e Planejamento de Secas. Ele visa desenvolver ações para gestão de recursos hídricos em situação de escassez, aperfeiçoando o planejamento nas regiões. Por meio de estratégias operacionais, o plano conta com três esferas integradas: Alocação de Água, Plano de Segurança Hídrica e Plano de Gestão de Secas. Juntamente com os Comitês de Bacia e as Comissões Gestoras, o documento estratégico, de curto prazo, visa definir ações capazes de diminuir o impacto das secas hídricas, acordando com os processos estabelecidos na alocação negociada de água já existentes. De forma proativa, o Plano tem três pilares fundamentais que contemplam diferentes escalas e finalidades: o monitoramento preventivo e o alerta precoce, a avaliação da vulnerabilidade, do impacto e a mitigação, o planejamento e as medidas de respostas. Originalmente em: https://www.cogerh.com.br/comissao-gestora-do-acude-batente-inicia-discussoes-para-elaboracao-do-plano-de-secas-do-hidrossistema/
Comissão Gestora acompanha operação do Açude Aracoiaba e avança para 2ª etapa do Plano de Secas do hidrossistema

Nesta terça-feira (14), a Comissão Gestora do Açude Aracoiaba se reuniu para discutir o andamento da operação do reservatório para o segundo semestre de 2025 e dar continuidade à elaboração do Plano de Gestão Proativa de Secas do hidrossistema. O encontro, promovido pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) por meio da Gerência Regional das Bacias Metropolitanas, ocorreu na Instituição Sócio Comunitária da Agrovila de Aracoiaba. Operação do Açude Aracoiaba O Analista em Gestão de Recursos Hídricos da Cogerh, André Rufino, apresentou os dados da operação do Açude Aracoiaba. A vazão média alocada para o segundo semestre de 2025 até janeiro de 2026 foi definida em 380 litros por segundo (l/s), sendo 230 l/s destinados ao abastecimento humano dos municípios de Aracoiaba, Baturité, Ocara, além de outros usos, e 150 l/s para a perenização do Rio Aracoiaba. Com um volume hídrico confortável de 153 milhões de m³, equivalente a 94% da capacidade total do reservatório, a operação registra um saldo positivo de 8 milhões de m³, representando uma diferença de 5% entre os volumes simulado e realizado. Uma nova reunião está prevista para janeiro de 2026, quando será feita a avaliação final da operação do período. Plano de Secas Na ocasião, também foi realizada a segunda oficina de elaboração do Plano de Gestão Proativa de Secas do Açude Aracoiaba. A atividade foi conduzida pelos professores Alexandre Costa, Marcelo Cavalcanti e Lailson da Silva, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), com apoio técnico da Cogerh. O objetivo foi apresentar o diagnóstico hídrico e social do reservatório, elaborado com base em dados técnicos da Cogerh e nas contribuições dos membros da Comissão Gestora durante a primeira oficina. O professor Alexandre Costa abordou os aspectos técnicos do açude, como os diferentes usos da água e as vazões operadas em situações normais e de escassez. Já o professor Marcelo Cavalcanti fez uma análise dos impactos econômicos, sociais e ambientais das secas na região, a partir de questionários aplicados na oficina anterior. Elaboração do Plano de Ação Com base no diagnóstico, os membros da Comissão foram divididos em grupos para traçar um Plano de Ação em quatro eixos temáticos: impactos sociais, impactos econômicos, impactos ambientais e acesso à água. Cada grupo identificou os principais problemas de seu eixo, propôs soluções e apontou os órgãos responsáveis por sua execução. Seca em Jogo A programação incluiu também a aplicação da dinâmica “Seca em Jogo”, ferramenta desenvolvida pelo Programa Cientista-Chefe de Recursos Hídricos em parceria com a Funceme e a Cogerh. A atividade busca estimular a participação social na construção de estratégias para enfrentar períodos de seca. A terceira e última oficina está prevista para novembro de 2025, quando o plano final será apresentado à Comissão Gestora e, posteriormente, submetido à aprovação do Comitê de Bacias Hidrográficas da Região Metropolitana de Fortaleza. Sobre o Plano O Plano de Secas é coordenado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), através do Programa Cientista-Chefe, em parceria com a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) e apoio institucional da FUNCAP. A iniciativa integra o projeto “Desenvolvimento de Ferramentas Tecnológicas de Gestão para o Planejamento dos Recursos Hídricos do Estado do Ceará: Segurança Hídrica e Planejamento de Secas”. Seu objetivo é desenvolver ações de gestão para situações de escassez, fortalecendo o planejamento regional com estratégias operacionais que envolvem três esferas integradas: Alocação de Água, Plano de Segurança Hídrica e Plano de Gestão de Secas. Com foco em ações de curto prazo, o plano busca reduzir os impactos da seca hídrica por meio de três pilares: monitoramento preventivo e alerta precoce; avaliação de vulnerabilidades e impactos; e medidas de planejamento e resposta, em articulação com os Comitês de Bacia e Comissões Gestoras. Originalmente em: https://www.cogerh.com.br/comissao-gestora-acompanha-operacao-do-acude-aracoiaba-e-avanca-para-2a-etapa-do-plano-de-secas-do-hidrossistema/
Comissão Gestora acompanha operação do Açude Batente e avança para 2ª etapa do Plano de Secas do hidrossistema

Nesta terça-feira (21), a Comissão Gestora do Açude Batente se reuniu para discutir o andamento da operação do reservatório para o segundo semestre de 2025 e continuar a elaboração do Plano de Gestão Proativa de Secas do hidrossistema. O encontro, promovido pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) por meio da Gerência Regional das Bacias Metropolitanas, ocorreu na Câmara Municipal de Ocara. Operação do Açude Batente O Analista em Gestão de Recursos Hídricos da Cogerh, André Rufino, apresentou os dados da operação do Açude Batente. A vazão média alocada para o segundo semestre de 2025 até janeiro de 2026 foi definida em 120 litros por segundo (l/s), sendo 35 l/s destinados ao abastecimento humano dos distritos de Ocara e Morada Nova, e 85 l/s para a perenização do Rio Piranji. Com um volume hídrico de 23,93 milhões de m³, equivalente a 52,67% da capacidade total do reservatório, a operação registra um saldo positivo de 1,59 milhão de m³, representando uma diferença de 3% entre os volumes simulado e realizado. O saldo hídrico positivo significa que, ao comparar o volume de água simulado com o volume realmente medido no açude, o reservatório apresentou um resultado melhor do que o esperado — ou seja, armazenou mais água do que o previsto. Uma nova reunião está prevista para janeiro de 2026, quando será feita a avaliação final da operação do período. Plano de Secas Na ocasião, também foi realizada a segunda oficina de elaboração do Plano de Gestão Proativa de Secas do Açude Aracoiaba. A atividade foi conduzida pelos professores Luiz Júnior, Lailson da Silva e Marcelo Cavalcanti, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), com apoio técnico da Cogerh. O objetivo foi apresentar o diagnóstico hídrico e social do reservatório, elaborado com base em dados técnicos da Cogerh e nas contribuições dos membros da Comissão Gestora durante a primeira oficina. O professor Luiz Júnior abordou os aspectos técnicos do açude, como os diferentes usos da água e as vazões operadas em situações normais e de escassez. Já o professor Lailson da Silva fez uma análise dos impactos econômicos, sociais e ambientais das secas na região, a partir de questionários aplicados na oficina anterior. Elaboração do Plano de Ação Com base no diagnóstico, os membros da Comissão foram divididos em grupos para traçar um Plano de Ação em quatro eixos temáticos: impactos sociais, impactos econômicos, impactos ambientais e acesso à água. Cada grupo identificou os principais problemas de seu eixo, propôs soluções e apontou os órgãos responsáveis por sua execução. Seca em Jogo A programação incluiu também a aplicação da dinâmica “Seca em Jogo”, ferramenta desenvolvida pelo Programa Cientista-Chefe de Recursos Hídricos em parceria com a Funceme e a Cogerh. A atividade busca estimular a participação social na construção de estratégias para enfrentar períodos de seca. A terceira e última oficina está prevista para novembro de 2025, quando o plano final será apresentado à Comissão Gestora e, posteriormente, submetido à aprovação do Comitê de Bacias Hidrográficas da Região Metropolitana de Fortaleza. Sobre o Plano O Plano de Secas é coordenado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), através do Programa Cientista-Chefe, em parceria com a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) e apoio institucional da FUNCAP. A iniciativa integra o projeto “Desenvolvimento de Ferramentas Tecnológicas de Gestão para o Planejamento dos Recursos Hídricos do Estado do Ceará: Segurança Hídrica e Planejamento de Secas”. Seu objetivo é desenvolver ações de gestão para situações de escassez, fortalecendo o planejamento regional com estratégias operacionais que envolvem três esferas integradas: Alocação de Água, Plano de Segurança Hídrica e Plano de Gestão de Secas. Com foco em ações de curto prazo, o plano busca reduzir os impactos da seca hídrica por meio de três pilares: monitoramento preventivo e alerta precoce; avaliação de vulnerabilidades e impactos; e medidas de planejamento e resposta, em articulação com os Comitês de Bacia e Comissões Gestoras. Originalmente em: https://www.cogerh.com.br/comissao-gestora-acompanha-operacao-do-acude-batente-e-avanca-para-2a-etapa-do-plano-de-secas-do-hidrossistema/
